O astro teen Robert Pattinson vive o estudante Jacob, que perto de se formar em veterinária perde os pais num acidente e se vê cheio de dívidas que seu querido pai deixou. Sem perspectivas, Jacob decide sair andando pela estrada sem destino até resolver se jogar num trem que, coincidentemente, passava pelo seu caminho. Esse trem pertence ao circo Benzini, cujo dono é o maquiavélico August (Christoph Waltz). Inicialmente ele ia ser jogado para fora do trem, mas aos poucos ele vai fazendo amizades e ficou até mostrar ao dono do circo que ele podia ser o veterinário dos animais. Vivendo num mundo de ilusão e fantasia de um circo, quem iria se importar que ele não era formado?
Com a concorrência de outros circos e a quase falência dos Benzini, August simplesmente joga fora de seu trem os artistas que ele considera dispensáveis somente para não ter que pagá-los e diminuir as despesas. Ao mesmo tempo em que Jacob vai ganhando a confiança de August, ele vai se apaixonado por Marlena (Reese Witherspoon) - a esposa de seu patrão e estrela principal do circo. Mas o quarteto amoroso só se completa quando August adquire a elefanta Rose, que é considerada a salvação de seu circo, já que a novidade pode levar mais pessoas ao circo.
Rose não é facilmente domável e quase provoca uma tragédia em sua primeira apresentação, daí acontece a cena (única cena) forte do filme – apesar de ser considerado um drama; August dá uma surra na elefanta. A sequência não é mostrada, o que deixou a cena até mais emocionante. Mais visivelmente a partir daí é que August vai mostrando suas diversas nuances de personalidade, o que faz com que o ator Christoph Waltz roube toda a atenção do filme e brilhe como grande destaque.
O filme é carregado pelo nome de Pattinson, já que ‘Água para Elefantes’ é considerado o primeiro filme adulto do ator que tem uma grande leva de fãs, mas o diretor Francis Lawrence parece fazer questão de não explorar o talento do rapaz, se é que existe, é claro!
Pattison acaba levando todo o peso, mas o fato é que, mesmo estando um pouquiiiiinho melhor do que em ‘Crepúsculo’, não há a menor química entre o casal protagonista de ‘Água para Elefantes’. Sinceramente, nem dá vontade de trocer para que Jacob e Marlena acabem juntos. Fora a direção de arte, que retrata lindamente o ambiente dos antigos circos, a atuação de Christoph Waltz e o (mesmo que discreto) discurso em prol dos animais, tudo é muito sem sal; do início à la Titanic até o fim.

ERA PRA SER
Sem dúvida, a mais confusa de todas as histórias de amor que já vi num filme. Escrito nas Estrelas conta uma história de amor que tinha tudo para ser simples ou pelo menos um pouco menos complicada, mas os protagonistas fazem de tudo para complicar. De forma inesperada e louca, de certa forma é isso que na vida real acontece; as pessoas gostam de complicar as coisas.
Jonathan Trager (John Cusack) conhece Sara Thomas (Kate Beckinsale) na correria de compras de Natal ao tentar pegar o único par de luvas pretas que tinha na loja. Os dois logo se apaixonam, mas cada um queria levar as luvas para seus casos amorosos paralelos. Os dois vão para uma lanchonete e se conhecem mais, consequentemente se apaixonando mais até que Sara decide complicar as coisas. Coloca o nome e telefone dele numa nota de cinco dólares e o passa numa barraquinha; escreve seu nome e telefone num livro e diz que vai vender a algum sebo. Pra que isso? Pra deixar o destino trabalhar. Se um dos dois achar o livro ou a nota de cinco dólares é porque ‘eram pra ficar juntos’. Louco, né?
Alguns anos se passam e os dois estão com casamento marcado – cada um em sua relação, mas nunca esqueceram um ao outro e aí a trama se desenrola ainda mais num enredo cheio de coincidências (ou será que foi o destino?).
Sendo bem crítico, Escrito nas Estrelas é mais uma comédia romântica para os apaixonados de plantão, mas a forma de como tudo se desenrola é muito bom e deixa o filme muito interessante. O destino é o principal protagonista deste divertidíssimo filme. A trilha sonora, as locações e os atores estão em total harmonia.
O destino conspirou a favor do filme e garante ótimos momentos de descontração.

Primeiro eu pediria para que você desse play no vídeo abaixo. É a trilha principal do filme. Se você ler o texto ouvindo essa música você vai captar todo o sentimento do longa. O nome da música é ‘Loving Strangers’ de Russian Red. Vamos lá!

PALAFITA
Não sei nem por onde começar a falar deste filme que tinha tudo para dar certo, mas... puf! Uma história de amor com Keanu Reeves e Sandra Bullock... só podia dar coisa boa, não é? Não!
O filme se passa com um personagem em 2004 e outro em 2006. Isso mesmo! E eles ainda trocam cartas de amor e tentam se encontrar.
Sandra Bullock é Kate (uma médica solitária) e Keanu Reeves é Alex (um arquiteto solitário). Só isso. Nada demais na descrição dos personagens. As duas estrelas de Hollwood são apáticas na interpretação, quase sem expressões.
A trama é bem diferente e foge aos padrões das comédias românticas vistas todos os dias no cinema, mas a questão é que A casa do lago foi realmente difícil de ser visto por mim. Pela questão dos anos diferentes em que os dois vivem, claro que se cria uma expectativa pra ver se eles vão se encontrar ou não, mas até isso é meio brochante.
Eu até gosto de mamão, mas esse eu não consegui digerir.
Ah tá! E a ‘casa do lago’ é um personagem? Não... nada não... é só uma casa no lago.

UM FILME A FIM DE VOCÊ
Nove personagens em cena que se entrelaçam. Nove atores conhecidos do grande público e relatos de pessoas comuns que aparecem durante o filme. Tudo isso para fazer com que o público, em especial as mulheres, se identifique ou que pelo menos conheça uma amiga, vizinha, prima que já passou por uma situação semelhante de pelo menos uma das muitas histórias que acontecem durante os 129 minutos desta comédia romântica.
A garota que busca intensamente o grande amor de sua vida, o rapaz que se acha o gostosão, a moça super responsável que não tem tempo para o marido, uma que busca parceiros através das redes sociais na internet, uma que se apaixona por um homem casado, um namorado dedicado... ufa! Apesar de tantas personalidades, tantos personagens e tantas histórias, cada uma é bem explorada e não confunde o público. Mas, a história principal gira em torno de quatro personagens femininas, principalmente em torno de Gigi que após um encontro com um cara, ela fica naquela dúvida se liga ou se não liga e começa a receber a ajuda e conselhos de Kevin. Daí começa toda a ‘paranóia’, onde ela interpreta todos os ‘sinais’ errados (ou não) – como qualquer pessoa altamente romântica.
Ele Não Está Tão a Fim de Você é uma adaptação do best-seller escrito por Greg Behrendt e Liz Tuccillo – isso mesmo! Assim como no filme, os conselhos amorosos de como conseguir um homem são dados por um homem. Resultado: garantiu boas risadas e indicações para todas as minhas amigas solteiras que estão à procura de um grande amor. Mulheres que querem ser a exceção.

SIMPLES ASSIM
Já era de esperar. Um filme com Meryl Streep não tem como ser ruim. A gente já assiste sabendo que iremos ver algo de bom.
Depois de dez anos de separada, Jane (Meryl Streep) vai para Nova York para a formatura de um de seus três filhos e lá encontra seu ex-marido. Completamente solitária e cheia de questionamentos – como uma adolescente – ela acaba transando com seu ex-marido que, inclusive já está casado com outra mulher bem mais jovem; a mesma mulher que foi a causadora de sua separação. Ela passa de traída a amante do mesmo homem.
Jake (Alec Baldwin) – o ex-marido - está infeliz no novo casamento ao mesmo tempo em que Jane está à caça de um novo amor. E parece ter encontrado: é Adam (Steve Martin), um arquiteto também divorciado, apaixonante e super simpático. Mas talvez não seja o que ela procura. Com o triângulo amoroso da meia idade formado, surge as dúvidas de Jane. Entregar-se a um novo amor ou voltar com o ex-marido e reatar os laços familiares?
Simplesmente complicado é bom entretenimento e consegue tirar umas risadas, muitas por conta do coadjuvante John Krasinski que encarna Harley - o noivo da filha de Jane que descobre toda a confusão amorosa que ela está metida.

NECESSARIAMENTE NESSA MESMA ORDEM
Este filme é baseado na obra auto-biográfica que virou um best seller de Elizabeth Gilbert. Não li o livro mas fui ao cinema sabendo que era um filme-divã ‘para mulheres’.
Lisa é interpretada por ninguém menos que Julia Roberts que ficou devendo dessa vez uma interpretação mais Julia Roberts. Comer rezar amar (assim mesmo, sem vírgulas) conta a história de uma mulher que foi à Bali atrás de um guru (uma figura esse gurú!) que lhe disse que ela ia perder todo o dinheiro que tinha e que ia ter dois casamentos (um que seria curto e outro que seria longo). Previsões acertadas. Lisa, rica e bem casada, entra numa crise existencial e pede o divórcio do marido que a toma todo o seu dinheiro. Logo depois ela encontra um ator jovem por quem se apaixona e têm sua segunda crise existencial e decide (não sei com que dinheiro) ir para três países em um ano.
Primeiro é o comer; Lisa vai para a Itália e lá se permite engordar. Cenas muito bem produzidas e fotografia ótima. Faz algumas amizades e come que nem uma condenada. Cada massa... de dar água na boca... Na Itália também ela conhece o "prazer de não fazer nada" e, de lá segue para a Índia, local onde ela busca o tão buscado e sacrificado equilíbrio e depois volta à Bali para reencontrar seu guru e amar.
Nessas viagens ela vai aprendendo e refletindo sobre a vida. Não vou contar detalhes do filme que, por sinal achei muito longo sem necessidade, mas vale ressaltar que o Brasil está representado pela Bossa Nova em muitas cenas e por Felipe (Javier Bardem) - um rapaz brasileiro que ela se apaixona e que, inclusive, é até hoje o atual marido da personagem real e escritora do livro – o casamento longo. O segredo é esse... viver comendo, rezando e amando.

NÃO TIRA MESMO!
Quase tudo que já se escreveu sobre o amor é verdade e, segundo Shakespeare, encontro de amor é uma jornada finda. Com essas frases, começa a irresistível história narrada pela frágil e sofrida Íris (Kate Winslet – sim! Ela mesmo de Titanic...) – uma especialista em amor não correspondido que, há mais de 3 anos é apaixonada e enganada por outra mulher. Ao anunciar na internet sua casa para intercâmbio, Íris conhece Amanda (Cameron Diaz) – outra mulher que está decepcionada com os homens porque acabou de descobrir que seu namorado a traiu ; rica e de personalidade forte, Amanda trabalha muito em sua produtora de trailers de filme para cinema.
Em pleno finzinho de ano... Natal e preparativos para o revéillon, Íris e Amanda decidem tirar férias e uma vai para a casa e país da outra passar duas semanas para fugir do amor. Mas quem disse que isso é possível? rs.
Amanda logo fica entediada e decide desistir da tudo até conhecer Graham (Jude Law) – irmão de Íris; os dois se apaixonam mas não querem admitir devido à distância e ao fato de Graham ter duas filhas. Já Íris, logo se acostuma com a comodidade da mansão de Amanda e se apaixona pelo amigo do ex namorado da dona da casa – Miles (Jack Black); de quebra, ela começa uma linda amizade com um senhor ex roteirista de Hollywood – Arthur (Eli Wallach). Íris descobre como ser uma mulher de garra através das personagens dos filmes que Arthur a recomendava.
O filme, da mesma diretora de Do que as mulheres gostam, Nancy Meyers, é comovente e consegue falar sobre dois assuntos que eu particularmente adoro: cinema e amor. Além de trazer boas reflexões e frases sobre o amor, também traz críticas à Hollywood moderna e faz comentários sobre filmes e trilhas sonoras antigas. A química entre Cameron Diaz e Jude Law é perfeita e Diaz arrasa nas caras e bocas de seu personagem, conseguindo arrancar boas risadas. Sem falar nas cenas em que ela escuta sua vida como trailer de filme são hilárias. Parece e poderiam ser dois filmes totalmente distintos, mas é muito bom ver a forma inteligente e divertida como as coisas vão se encaixando ao longo do filme. Vale muito à pena.

NEW?
A galera teen fica toda ensadecida e não via a hora de Lua Nova estrear desde o fim do primeiro filme da série baseada nos livros de Stephenie Meyer – a nova J. K. Rowling. Eu fui de teimoso ver este filme na esperança de ver alguma novidade e na esperança de tirar minha má impressão do primeiro filme, mas, trocando em miúdos, é a mesma coisa do primeiro; sem nenhuma novidade... A garota Bella (Krinten Stewart) que é apaixonada por um vampiro do bem (que não bebe sangue humano) e que, por isso, deseja que ele a morda e a transforme num deles - só que ele não quer a transformar numa imortal. Esse lenga-lenga dura o tempo todo. Ele a abandona e ela fica deprimida... Coisa de adolescente mesmo! Começa a ter pesadelos e chamar a atenção, inclusive de Jacob - seu melhor amigo que também é um monstro – ele, juntamente com mais três amigos, se transformam em lobos enormes para caçar vampiros.
Todo o furdunço em torno de Robert Pattinson, Kristin Stewart e Taylor Lautner nada mais é da necessidade de se criar novos ícones infanto-juvenis. Isso é perfeitamente notável em certas cenas do filme em que, por exemplo, Edward Cullen (Robert Pattinson) ou Jacob Black (Taylor Lautner) aparecem sem camisa. As garotas da sala do cinema gritavam como loucas, como se estivessem num programa de auditório.
As cenas de lutas, tidas como grandes cenas cheias de efeitos especiais também não têm nada demais. O filme é todo num mesmo ritmo; até nas cenas de luta e perseguição... tudo em câmera lenta... não tem um ápice; é todo morno e, por muito custo, não caí no sono.
Havia ali um querer do querer. Sinto que antes sequer de ter visto as imagens, havia estar perto de um momento delicado. Foi isso que senti ao ver o filme De repente, Califórnia (Shelter). Sim, não é um filme com concepções ideológicas, nem sequer um filme com uma técnica diferenciada de fotografia ou roteiro, mas é um filme que me emociona. E isso foi o bastante. Mesmo que ainda tenha uma forma de enxergar a delicada questão da orientação sexual ainda com conflitos iniciais (e talvez estejamos ainda nesse lugar de entendimento), o filme traz um grande diferencial: Final feliz. Sim, isso mesmo.
Não sou entededor da filmografia que tragam de alguma forma a temática homossexual, porém dos poucos filmes que vi com este tema, praticamente todos tem fim trágico. O amor não reina entre casais do mesmo sexo no cinema e, diferente dessa corrente pessimista que vem se alastrando, Shelter propõe a felicidade.
Pra quem gosta de lindas paisagens, bom trato com a arte urbana, pôr-do-sol e corpos sarados também vale a pena ver o filme.
por Nilton Lopes

Quando Nietzsche chorou é uma adaptação do livro de estreia de Irvin Yalom que foi (e é) um grande sucesso e também já foi adaptado para o teatro. Tá! não li o livro... mas já tinha ouvido falar; muito bem inclusive, mas também não sabia que tinha virado filme.
PERFEITO!Rica, bonita e famosa Julia Roberts é Anna Scott uma atriz de cinema conhecida mundialmente e mais bem paga dos últimos anos- acredito que interpretando ela mesma. Ele, (Hugh Grant) é William Thacker um simples tímido mortal que mora num bairro pacato em Londres (Notthing Hill). Juntos, vivem uma engraçada e linda história de amor. Duas pessoas com passado e presente tão diferentes de mundos tão opostos. Ele, com seus poucos e verdadeiros amigos e dono de uma loja de livros específicos para viagem que está a beira da falência. Ela, uma estrela famosa acostumada com uma vida cheia de festas, premiações e glamour. William, repentinamente tem sua vida mudada totalmente quando Anna vai até sua loja de livros e ele, com sua ingenuidade absoluta, nem nota que está diante de uma atriz famosa. Anna aos poucos, e de certa forma carente de afetividade se deixa envolver pelo romance e vai conhecer os amigos de William – que a tratam com naturalidade e sem especialidades para uma estrela do cinema. Anna, carismática e meiga é adorada por todos e é claro, que todo mundo torce pelo romance!
O diretor Roger Mitchell, soube com perfeição captar as expressões faciais dos atores nos mais diversos momentos dando mais autenticidade aos diálogos. As tomadas das cenas são simplesmente perfeitas. Mitchell também foi o diretor de Quatro Casamentos e um Funeral 1994, - com Grant e talvez tenha surgido deste trabalho o entrosamento entre eles.
ESPERAVA MAISClaire Stenwick (Julia Roberts) e Ray Koval (Clive Owen) são ex-agentes, ela da CIA e ele do MI6, que deixaram seus antigos empregos para lucrar com a guerra fria existente entre duas corporações rivais. O objetivo de ambos é encontrar a fórmula de um produto, que renderá uma fortuna a quem patenteá-lo antes. Para tanto, eles buscam sempre enganar o outro, usando todos os truques possíveis para não deixar transparecer que são amantes e cúmplices no plano para patentear a fórmula e ficarem milionários.
O filme tem várias cenas do passado tentando explicar o presente. Achei um pouco chato – apesar de ser um filme com uma das minhas atrizes favoritas. Do meio para o final, ganha cenas com mais “fôlego” dando uma projeção ao filme. Fiz um tour sem sair da sala do cinema. No filme, há cenas em vários países da Europa e também nos Estados Unidos (claro!) Acho que por isso dou nota 8,16. O final do filme é surpreendente para aquelas pessoas menos curiosas. Eu, particularmente, acertei marcando mais um ponto para mim!! rsrsrrs.
Bom filme!!!


A história é contada em Nordestina (uma cidade perdida no sertão), onde vivem Karina e Antônio. Karina, uma jovem sonhadora que quer muito sair de sua cidade para se tornar uma atriz e conhecer o mundo, vive um dilema entre viver seu grande amor com Antônio ou ir em busca de seu maior sonho que é ser atriz. Antônio, em uma atitude desesperadora para não deixar sua amada ir embora, resolve trazer o mundo para a sua amada e, para isso, vai a um programa de televisão em outra cidade fazer uma promessa de criar uma máquina para ir ao futuro e provar que pode ser feliz com Karina. A atitude de Antônio transforma a cidadezinha de Nordestina em notícia no mundo todo e todos querem conhecer quem é o jovem que pode se transportar para o futuro e fazer uma loucura para viver o grande amor de sua vida.
Quando o assunto é filmes brasileiros fico com um pé atrás e este filme conseguiu me surpreender. Um elenco de peso do teatro como o saudoso Paulo Autran - que está agora lá no andar de cima - e uma história de amor num filme poético e encantador.





