Maggie, além de hipocondríaca, sofre de Alzheimer e, por isso não se considera capaz de ser amada por Jamie. Cheia de complexos, ela quase estraga todo o romance se não fosse a determinação e o amor de Jamie. Ohhhhhhhhhhhhhhhh
Amor e outras drogas é uma ótima comédia sensual que mostra uma Anne Hathaway de uma forma jamais vista. Ousada e louca na medida exata, Anne se mostra muito simpática e prova que é uma grande atriz. A trama dá pra garantir uma tarde de domingo agradável...rs
O único fato que me deixou intrigado foi a presença da Pfizer no filme. Ora se fala bem dos fabricantes de remédios; ora se fala mal. Afinal, foi um filme patrocinado? A empresa não leu o roteiro do filme antes? Fica para reflexão.
Abaixo, a letra da ‘música-tema’ do filme (podem cantar! rsrs):
Todos os dias quando acordo,
Não tenho mais o tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo.
Todos os dias antes de dormir,
Lembro e esqueço como foi o dia
"Sempre em frente,
Não temos tempo a perder".
Nosso suor sagrado
É bem mais belo que esse sangue amargo
E tão sério
E selvagem,
selvagem;
selvagem.
Veja o sol dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega é da cor dos teus
Olhos castanhos
Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo,
Temos nosso próprio tempo,
Temos nosso próprio tempo.
Não tenho medo do escuro,
Mas deixe as luzes acesas agora,
O que foi escondido é o que se escondeu,
E o que foi prometido,
Ninguém prometeu.
Nem foi tempo perdido;
Somos tão jovens,
tão jovens,
tão jovens.

O tipo de comédia que brasileiro sabe fazer. ‘Cilada.com’, filme que tem Bruno Mazzeo como roteirista/protagonista e como diretor, José Alvarenga Jr. (de Os Normais, Divã, dentre outros) veio para divertir o público com um humor ácido e ousado (no sentido sexual da palavra). Este filme é uma adaptação da série ‘Cilada’ que estreou em 2005 no canal Multishow e virou quadro no Fantástico – ambos da Rede Globo.
Cilada.com é uma comédia bastante atual, que utiliza-se dessa profusão de vídeos no youtube que produzem novos famosos a cada semana para fazer piada e (por que não?) até mesmo nos fazer refletir sobre esse ‘problema’. A cada minuto são postados cerca 48 horas de vídeos novos no youtube e 3 bilhões de vídeos são vistos diariamente, segundo dados deste ano. Um desses vídeos que foi ‘parar’ na rede foi o de Bruno. Neste vídeo, mostra ele transando com sua namorada; uma transa que durou cerca de 10 segundos (segundo ele foram 12), expondo para todos o seu problema de ejaculação precoce. O vídeo foi postado pela sua (ex)namorada Fernanda (Fernanda Paes Leme) quando ela o pegou transando com outra mulher no casamento de uma amiga. Ela decidiu também humilhá-lo, mas em escala muito maior.
Enquanto o vídeo vai passando dos 300 mil acessos, Bruno vai ficando mais famoso e passando por outras ciladas durante todo o decorrer da história. Primeiro ele decide gravar depoimentos de suas ex-namoradas falando dele, só que aí não deu muito certo quando ele percebeu que não teria muitas histórias boas para serem expostas. Depois ele teve a grande sacada de gravar uma ‘transa perfeita’ sua para também colocar na internet e limpar sua imagem.
Mas a sequência também reserva alguns minutinhos para passar uma mensagemzinha de amor e emocionar o público. Pelo menos eu, depois de tanto rir, consegui me emocionar também. Prova de que o roteiro está imexível, conseguindo contrapontos bem idealizados difíceis de conseguir.
Com diversas participações especiais – ao todo são 73, o filme traz cenas hilárias como a do pai de santo interpretado por Luís Miranda, o cineasta Marconha interpretado por Sérgio Loroza e a bafenta colega de trabalho interpretada por Carol Castro. Cenas para gargalhadas altas.
Por também tratar de problemas sexuais, poderia até arriscar em dizer que Cilada.com é a versão masculina do excelente ‘De pernas pro ar’ com Ingrid Guimarães e que fez o maior sucesso no começo deste ano. Não me considero moralista, mas fiquei preocupado com minha prima de 16 anos, que estava vendo o filme comigo, assistindo algumas cenas do filme. Afinal, eu a vi pequena e… enfim, foi difícil ver minha prima rindo de certas coisas…meio pesadas, eu diria. Admito. Tá! Levem quem quiser, mas respeitem a classificação indicativa, pelo menos. rs
Cilada.com tem todos os atributos para ser visto nos cinemas. Divertido, inteligente merece fazer sucesso, mesmo espremido entre o último filme da saga Harry Potter e Transformers 3. Vá assistir. Não é uma cilada!
Para reflexão: Eu, como publicitário, fico me perguntando porque a minha profissão é tão utilizada no cinema brasileiro. Todo mundo já sabe o que é um briefing?
Para reflexão 2: Muito cuidado ao postar algo na internet. Depois de postado, já foi!

PRECISA DIZER?
O primeiro que disse é uma boa comédia-drama italiana de situações. Situações que podem ter acontecido (ou estão acontecendo) com muitos gays. Os questionamentos dos heteros, as dúvidas, principalmente da família... Tenho certeza que muitos se identificarão com pelo menos uma passagem do filme.
O filme conta a história de Tomasso (Riccardo Scamarcio) que é de uma família tradicionalíssima do sul da Itália. Tomasso finge estudar economia em Roma e, na verdade, ele quer mesmo ser um romancista; ele tem duas vidas: a inventada para a família e a sua vida real. Em Roma, ele namora um cara e volta à sua cidade para ter uma reunião em família, contar toda essa farsa e assumir sua homossexualidade durante um jantar; só que antes ele decide contar tudo a seu irmão Antonio (Alessandro Preziosi).
Com tudo programado e uma coragem desbravadora, Tomasso pede o silêncio de todos no jantar e é interrompido por seu irmão que assume ser gay e sua relação com um antigo funcionário da fábrica de massas da família. Antonio, o irmão de Tomasso, também não agüentava mais manter a farsa durante toda a sua vida e foi o ‘o primeiro que disse’ deixando toda a sua família chocada. O patriarca Vincenzo (Ennio Fantastichini) o expulsa de casa e logo tem um enfarte, deixando Tomasso numa completa enrascada. Para piorar, como seu irmão era o diretor da empresa e foi expulso de casa, Tomasso tem que assumir os negócios sem ter nenhuma vocação e vontade para isso.
Dessa grande confusão inesperada, surgem os diálogos e discussões sobre a homossexualidade; tudo de forma leve, mas sem deixar de criticar a sociedade e os valores familiares. O contraponto realmente cômico é quando os amigos gays e o namorado de Tomasso resolvem fazer uma visitinha sem avisá-lo; é o momento ‘gaiola das loucas’. Cheios de trejeitos, eles ficam na casa de Tomasso tendo que ‘disfarçar’ a homossexualidade, deixando o espectador ainda mais curioso pra saber como ele se livrará desse babado.
O diretor é o turco Ferzan Ozpetek - gay assumido – que trata o assunto de forma super inteligente e delicada. Conheci o diretor com este filme e já li que ele já fez outros com a temática gay como Haman/O Banho Turco e Um amor Quase Perfeito. Esses outros eu postarei aqui assim que vê-los. Fiquei curioso.

ERA PRA SER
Sem dúvida, a mais confusa de todas as histórias de amor que já vi num filme. Escrito nas Estrelas conta uma história de amor que tinha tudo para ser simples ou pelo menos um pouco menos complicada, mas os protagonistas fazem de tudo para complicar. De forma inesperada e louca, de certa forma é isso que na vida real acontece; as pessoas gostam de complicar as coisas.
Jonathan Trager (John Cusack) conhece Sara Thomas (Kate Beckinsale) na correria de compras de Natal ao tentar pegar o único par de luvas pretas que tinha na loja. Os dois logo se apaixonam, mas cada um queria levar as luvas para seus casos amorosos paralelos. Os dois vão para uma lanchonete e se conhecem mais, consequentemente se apaixonando mais até que Sara decide complicar as coisas. Coloca o nome e telefone dele numa nota de cinco dólares e o passa numa barraquinha; escreve seu nome e telefone num livro e diz que vai vender a algum sebo. Pra que isso? Pra deixar o destino trabalhar. Se um dos dois achar o livro ou a nota de cinco dólares é porque ‘eram pra ficar juntos’. Louco, né?
Alguns anos se passam e os dois estão com casamento marcado – cada um em sua relação, mas nunca esqueceram um ao outro e aí a trama se desenrola ainda mais num enredo cheio de coincidências (ou será que foi o destino?).
Sendo bem crítico, Escrito nas Estrelas é mais uma comédia romântica para os apaixonados de plantão, mas a forma de como tudo se desenrola é muito bom e deixa o filme muito interessante. O destino é o principal protagonista deste divertidíssimo filme. A trilha sonora, as locações e os atores estão em total harmonia.
O destino conspirou a favor do filme e garante ótimos momentos de descontração.

E VIRADO PRA LUA
Ingrid Guimarães e o diretor Roberto Santucci fizeram uma bela parceria. O filme foi feito para rir e cumpre esta função com grande êxito. De pernas pro ar é uma máquina de fazer rir.
Trabalhando feito louca no setor de marketing de uma fábrica de brinquedos, surge a oportunidade de crescimento e, por uma confusão do recepcionista de seu prédio, Alice (Ingrid Guimarães) troca os ‘brinquedinhos’ que utilizaria na sua apresentação pela vaga por uns outros ‘brinquedinhos’ de sex shop que pertencia à outro apartamento de seu prédio. Ela passa a maior vergonha na reunião com os presidentes da empresa e não só não consegue a vaga como é demitida e vai brigar com a dona dos objetos - Marcela (Maria Paula). Chega em casa e quando liga a secretária eletrônica tem um recado de seu marido João (Bruno Garcia) pedindo um tempo e reclamando que ela não tempo para ele. Perdida e sem saber o que fazer, ela resolve pedir desculpas a Marcela e as duas começam aí uma grande parceria.
Marcela é dona de um fracassado sex shop e topa ser sócia de Alice que decide disponibilizar os ‘sex toys’ on-line. O sucesso é muito grande e elas começam a selecionar consultoras por todo o Brasil para realizar o serviço de delivery. Ao mesmo tempo, Alice tenta voltar pro seu marido, mas cai novamente no mesmo ‘erro’ de trabalhar demais e ainda esconde dele qual é o seu novo trabalho.
O filme dá uma quebrada no meio que quase desanima, mas depois vem alguma cenas como a que Alice esquece de tirar a calcinha que vibra quando ouve som e vai pro jogo de futebol de seu filho. É de rir exageradamente! Isso é só pra citar uma de muitas cenas desse filme que, com certeza entrou para a minha lista de comédias favoritas.
Com certeza merece todo o sucesso que está fez nos cinemas e tem que ser visto até o último crédito subir, porque durante os créditos ainda temos muitas cenas excluídas do filme, mas que são também muuuuuuuito engraçadas.

SESSÃO DA TARDE DE GULLIVER
Quem não conhece essa história, né? Escrito por Jonathan Swift a um tempão atrás (em 1726) para criticar a cultura inglesa, essa é a história do ‘gigante’ que aparece em uma terra de pequenos seres – os liliputianos.
Nesta versão, Gulliver é um entregador de correspondências em um jornal e começa a se sentir um nada quando seu recém chegado estagiário é promovido a seu chefe em menos de 24 horas. Arrasado e apaixonado pela jornalista Darcy Silverman (Amanda Peet), ele escreve falsas reportagens (ctrl+c / ctrl+v) e ela, por gostar do que ele ‘escreveu’ o manda em uma viagem para descobrir o Triângulo das Bermudas.
Ao entrar pelo Triângulo das Bermudas, ele vai parar nessa terra de pequeninos e é considerado uma aberração. Ao conseguir salvar o rei, apagando um incêndio com sua urina, ele se torna um herói e até começa a ajudar o plebeu Horatio (Jason Segel) a conquistar a princesa Mary (Emily Blunt). Ele projeta o que queria fazer com sua amada dando conselhos a Horatio. A princesa era noiva de um cara idiota que começa a querer destruir Gulliver e constrói, com a ajuda do povo inimigo dos liliputianos, um robô super moderno todo em metal.
As Viagens de Gulliver by Jack Black é uma releitura bem atual deste clássico. Divertimento garantido para os pouco exigentes e para as crianças que querem apenas rir nas férias. Os efeitos especiais parecem fazer questão de ser ruins, mas o que salva são algumas seqüências engraçadas como a que ele vira uma boneca de uma menininha e as referências que o filme faz ao mundo moderno como Avatar, Titanic, Times Square e marcas famosas. A musiquinha do final nem ia comentar, mas é tão... ridículo... estranho... sem necessidade... que eu decidi vos alertar. Sem noção! No geral, podem tentar... vocês vão rir um pouquinho.

ZÉ
Zé Colmeia não foi um desenho muito popular pra mim na minha infância, mas creio que tenha encantado milhares de crianças brasileiras pelas manhãs da Globo.
A história é bem simples. Zé Colmeia é um urso que fala e que tenta roubar as cestas de piquenique das famílias que estão no parque ecológico em que vive – o Parque Jellystone - com seu sobrinho Catatau. O grande diferencial poderia ter sido a 3D que eles também fizeram, mas a versão para a pré-estreia foi em 2D mesmo.
O filme é uma mistura de animação com personagens reais. Nada muito ultra moderno e que chame a atenção. A história é a mesma dos desenhos só que com um draminha a mais. Dessa vez, tem o prefeito Brown (Andrew Daly) que tenta destruir o habitat de Zé para construir prédios. As interpretações são exageradas... cheia de caras e bocas; bem infantil mesmo. Muito divertido para as crianças e também para os grandinhos.

UM FILME A FIM DE VOCÊ
Nove personagens em cena que se entrelaçam. Nove atores conhecidos do grande público e relatos de pessoas comuns que aparecem durante o filme. Tudo isso para fazer com que o público, em especial as mulheres, se identifique ou que pelo menos conheça uma amiga, vizinha, prima que já passou por uma situação semelhante de pelo menos uma das muitas histórias que acontecem durante os 129 minutos desta comédia romântica.
A garota que busca intensamente o grande amor de sua vida, o rapaz que se acha o gostosão, a moça super responsável que não tem tempo para o marido, uma que busca parceiros através das redes sociais na internet, uma que se apaixona por um homem casado, um namorado dedicado... ufa! Apesar de tantas personalidades, tantos personagens e tantas histórias, cada uma é bem explorada e não confunde o público. Mas, a história principal gira em torno de quatro personagens femininas, principalmente em torno de Gigi que após um encontro com um cara, ela fica naquela dúvida se liga ou se não liga e começa a receber a ajuda e conselhos de Kevin. Daí começa toda a ‘paranóia’, onde ela interpreta todos os ‘sinais’ errados (ou não) – como qualquer pessoa altamente romântica.
Ele Não Está Tão a Fim de Você é uma adaptação do best-seller escrito por Greg Behrendt e Liz Tuccillo – isso mesmo! Assim como no filme, os conselhos amorosos de como conseguir um homem são dados por um homem. Resultado: garantiu boas risadas e indicações para todas as minhas amigas solteiras que estão à procura de um grande amor. Mulheres que querem ser a exceção.

LUZ, COMÉDIA, AÇÃO
Depois de um dia super entediante, fui convencido a ver este filme ao invés de ver Toy Story ou Shreck – que era o que eu “precisava”. Não me arrependo. Apesar de ter muitos tiros e perseguições, também teve muitas cenas cômicas. Resultado: ri muito.
“Coincidentemente” se esbarrando com June (Cameron Diaz), Roy Miller (Tom Cruise), com seu jeito galanteador, faz com que June acabe se apaixonando por ele e, acidentalmente acabe pegando o mesmo avião onde estava cheio de agentes secretos perseguindo e querendo algo que Roy protegia. Esse objeto de super valor é uma fonte de energia maior que o sol, inventado por um nerd.
Por ela ter se envolvido com Roy (mesmo que por pouco tempo), ela também começa a ser perseguida como cúmplice dele e daí começa as trapalhadas e as sequências cômicas do filme - aprendendo a manusear armas e até a matar gente. June, que tinha viajado para o casamento da irmã quando pegou o mesmo avião que Roy, se mete em várias enrasacadas, vários locais e, se torna realmente a sua cúmplice até começar a desconfiar que ele estava enganando todo mundo e queria vender a peça para a máfia espanhola e o denuncia para o FBI.
Quase capturado pelo FBI, Roy se joga num rio e é tido como morto. Só que June descobre que ele pode estar vivo e decide se entregar à máfia espanhola só pra ele aparecer e salvá-la. Claro, Roy aparece. Ohhhhhhhhh... a salva e os dois terminam nesse romancezinho tenso e cheio de amor em cima de caminhão de carreto.
Para se divertir, basta não levar a sério. E não tem essa de ser um filme de ação para mulheres. Afinal, muitos filmes de ação misturam ação e humor; não tem nenhum problema em tentar levar mais gente às salas de cinema. O filme como comédia, é ótimo e Cameron, como sempre, arrasa.











