QUE CASO!
Não costumo ler sinopses quando vou a uma locadora de filmes. Pego pelo título ou pelo que ouvi da mídia ou dos amigos. Recomendaram-me ver Caso 39 e não me arrependi. Uma mistura de surpresas com clichês que, mesmo com uma derrapada no meio, conseguiu me manter com uma angústia que eu gosto de sentir em filmes de suspense. Quando me vejo gritando: “Não! Não!” ou “Ai meu Deus!”, é porque eu já me entreguei ao filme.
O filme conta a história da assistente social Emily (Renée Zellweger) que resolve problemas de crianças que sofrem por conta de seus pais. O caso 39 é o caso da garota Lillith (Jodelle Ferland) que está quase sendo assassinada pelos seus pais e Emily consegue salvar com a ajuda de um amigo policial.
Pronto! É só isso que posso falar. O filme não acaba quando termina esse caso. É aí que o filme começa com uma grande reviravolta. Quando a garotinha é salva, fica aquela sensação de “Han? Alguma coisa vem por aí...”; e é exatamente o que acontece.
Sei que faço diversos spoilers nos meus textos, mas nesse eu nem posso contar muita coisa porque senão ia ser muita sacanagem. Não posso falar nada mais do que o significado do caso 39. Ia estragar toda a surpresa.
A garotinha Jodelle é muito boa e rouba completamente o filme para ela. Renée é coadjuvante; ela parece até forçada em algumas cenas. No mais, o filme vale a pena ser visto. Momentos de tensão garantidos.

UMA OUTRA VISÃO
Sabia do risco que estava correndo. Depois que assisti O Exorcismo de Emily Rose fiquei uns três meses sem dormir muito bem e com medo. Sim, não tenho medo de admitir isso, mas mesmo assim fui ver mais este filme sobre exorcismos. Com Anthony Hopkins e Alice Braga no elenco eu realmente não podia perder.
Este filme, como o próprio nome já diz, trata da questão do ritual. Diferente dos que eu já vi, este não foca na história do personagem possuído, este foca mesmo no ritual católico de expulsão de demônios. Por ser baseado em fatos reais, isso me causa ainda mais arrepios.
Michael Kovak (Colin O’Donoghue) trabalha na funerária do pai desde criança cuidando de defuntos. Em sua família, quem não vira padre fica o resto da vida cuidando dos mortos; por isso, mesmo cético ele entra para o seminário. Ainda pensando em desistir, é chantageado por um padre a continuar no seminário e a se tornar um exorcista, já que é uma ordem do Papa manter um padre exorcista em cada estado dos Estados Unidos. Michael vai para a Itália fazer um curso e conhece a jornalista Angelina (Alice Braga) que está fazendo o curso para uma matéria jornalística – que é quem o ajuda ao longo filme.
Ainda com muitos questionamentos, Michael procura o exorcista Lucas (Anthony Hopkins) para tirar suas dúvidas, acompanhar as sessões de expulsão de demônio e mesmo assim continua cético. O jogo vai virando e o mesmo passa a ter provas cada vez mais fortes (e na pele) de que o diabo existe e que para fazer o bem, ele precisa acreditar no mal; que só acreditando no mal assim ele poderá vencer o mal.
O roteiro e a forma de como as coisas vão se definindo deixam o filme excitante e o medo apenas vai crescendo até atingir o ápice no final com uma longa cena com belíssimas atuações. Vale a pena ser conferido. Ah! E eu até que tô dormindo...rs

GAME OVER DO GAME OVER
Em 2004, a Lionsgate acertou em cheio em realizar o primeiro filme desta série que marcou a história dos filmes de terror/suspense/policial e chega agora ao sétimo filme, dizendo ser o final. Agora se encerra (ou não) os jogos mortais idealizados pelo simpático bom velhinho Jigsaw (Tobin Bell).
Em Jogos Mortais VII, a grande novidade é o 3D que tenta agregar alguma novidade ao filme, que já se tornou sempre o mais do mesmo. Falo o ‘mais do mesmo’ sem ser num tom pejorativo, já que a história sempre ganhava muitas surpresas, armadilhas criativas, enredo inteligente que, muitas vezes, deixava grandes dúvidas na mente das pessoas, dando mais fôlego aos fãs para as continuações.
Agora, Bobby Daggen (Sean Patrcik Flanery) se diz sobrevivente de um dos jogos de Jigsaw e começa a explorar essa ‘mentirosa história’ para ganhar dinheiro. Tão burrinho... será que ele nunca imaginou que algum dia ele seria a vítima? Pois é... em Jogos Mortais VII, ele e seus cúmplices são a grande bola da vez, sempre intercalando com outros jogos sangrentos. Paralelo a isso, como continuação do excelente sexto filme, a esposa de Jigsaw (Jill - Betsy Russell) é perseguida pelo policial que assumiu o posto de Jigsaw - Hoffman (Costas Mandylor). Depois de tentar matá-lo, ela decide contar tudo que sabe à polícia e se ferra! Hoffman é simplesmente um assassino e mata todos que passam à sua frente para pegá-la. O que ele não esperava é que aquele carinha que cortou a própria perna no primeiro filme voltaria.
Mesmo achando que a fórmula realmente já deu o que tinha que dar e mesmo virando o rosto pra não ver muitas mortes, enquanto subia os créditos bateu uma saudadezinha e aposto que essa tenha sido a sensação da maioria das pessoas.

OS LOBISOMENS
Após 25 anos trabalhando como ator em outro país, Lawrence Talbot (Benicio del Toro) retorna ao castelo de seu pai (Sir John - Anthony Hopkins) para investigar a morte brutal de seu irmão e acha que essa morte está ligada a um acampamento de ciganos que está na cidade até ser mordido por um lobo que está atacando geral; decepando, chupando sangue, eviscerando e devorando. Realmente! Eu vi com meus próprios olhos... rs – Não chega a ser trash, mas se aproxima muito. Dessa mordida, a maldição também o pega e além de sofrer por isso, o “bichinho” ainda sofre por ser renegado pelo pai, por ter visto (quando criança) a mãe morta e por ser considerado louco numa clínica psiquiátrica onde é internado.
O filme TODO é em tom de cinza e a fotografia dá um charme todo especial na arte de retratar a década de 40 na Inglaterra – é como ver um filme antigo no cinema -, mas isso me incomodou muito, pois numa sala de cinema escura, em muitos momentos quase eu caí no sono. Em O Lobisomem é tudo muito tradicional, a exceto dos efeitos especiais que fazem a transformação homem-lobisomem, mas também o diretor Joe Johnston nem poderia inventar muito porque senão não seria uma refilmagem e sim, um novo filme. A batalha final entre pai e filho transformados em lobos é o ápice do filme: terror, suspense, drama e comédia. Sim, comédia. Chega a ser engraçado ver o Sr. Hopkins se transformando e rasgando a camisa para enfrentar o filho.
De Hannibal Lecter à Lobisomem, Anthony Hopkins dá um show quando o assunto é interpretar “monstros”. O restante do elenco também é formidável com Benicio Del Toro e Emily Blunat (só depois que acabou o filme é que eu fui me lembrar que era ela; a de O Diabo veste Prada).
Para quem espera muito deste filme, as chances de se decepcionar não são poucas.

O equivalente a R$25 mil contos de réis, foram usados nesta ‘über produção’. E detalhe: é caseiro.
Atividade Paranormal está lucrando horrores, mas horror é uma palavra que não se encaixa nesse filme. Parece mais uma comédia, ri do ‘Começo ao Fim’ [lembram de algo?] com o suposto demônio possessor-estuprador do filme. O filme é morno, parece o tempo todo que vai acontecer algo, você põe expectativas que caem por terra a cada take. Sempre aquela sensação que você ia tomar um susto e pã; eis que caímos no riso. As cenas são vagas, o filme é pobre de efeitos e quando finalmente o espírito decide agir, a mocinha mata o mocinho e o filme acaba [oops, eu contei].
Quem ouve conselho, não ouve coitado ; esperem chegar em dvd pra assistir.
por Leonardo Belens do blog LigaPLoc
Kate ( Vera Farmiga) e seu marido John (Peter Sargaard) ainda estão sofrendo a perda de sua última filha – Kate, dependente alcoólatra grávida, causou o aborto- e juntos resolvem adotar um terceiro filho para tentar amenizar a dor que ficou e está atrapalhando a felicidade do casal. Eles vão até um orfanato conhecer as crianças e lá encontram a delicada, simpática, inteligente e graciosa Esther pela qual enchem de amor. Logo, decidem adota-la. Em seus primeiros dias na nova casa, Esther trás alegria e felicidades para todos menos para seu mais novo irmão que já está se sentindo em segundo plano por causa de sua presença. Esther ganha a simpatia e proteção do seu novo pai e logo, não está se dando bem com sua mãe a qual a cada dia fica mais estressada e desconfiada de que aquela menininha simpática e indefesa na verdade, poderia ser uma outra pessoa totalmente oposta e doentia. Coisas estranhas estão acontecendo e Esther sempre está envolvida nos sinistros Kate resolve pesquisar mais sobre a sua nova filha e descobre absurdos.
Vale a pena ver este filme no cinema ou quando estiver nas locadoras!
VALEU A PENAAssombrada por um espírito maligno e desacreditada por um namorado cético, Christine recorre ao vidente Rham Jas para salvar sua alma da condenação eterna. O médium a coloca em um caminho frenético para reverter o feitiço e a leva à única mulher que pode ajudá-la, a vidente Shaun San Dena. Enquanto as forças do mal ganham terreno, Christine precisa encarar o impensável e fazer coisas que jamais pensara que seria capaz de fazer para permanecer viva.
O filme tem umas cenas de péssimo gosto que eu como diretor jamais usaria como por exemplo, uma cena em que Christine começa a sangrar pelo nariz e sai jatos de sangue inundando quase todo o banco. Simplesmente horrível. Mas gostei do filme talvez porque eu tenha um gosto para este gênero.
MAIS DO MESMOUm grupo de jovens vão atrás de uma plantação de maconha próximo ao Lago Cristal e logo são surpreendidos com um estranho morador da localidade. Jason está de volta matando sem dó nem piedade.
O jovem Clay (Jared Padalecki) resolve ir em busca de sua irmã que desapareceu um mês atrás nas proximidades do Lago Cristal junto com seus amigos. Clay não sabia que iria embarcar numa aventura sinistra e perturbadora para salvar sua irmã das garras desse assassino em série que não perdoa os forasteiros desavisados. Clay logo se junta a um grupo de jovens que estão curtindo o final de semana em uma casa perto do lago. Para salvar suas vidas os jovens têm que traçar um plano de sobrevivência e escapar desse lunático matador. Sexta Feira 13 é mais um filme da série com cenas fortes e muita barbárie.


